exposição de arteEtiqueta

O batismo do Carnaval brasileiro, em um momento de confirmação da festa popular como fenômeno urbano e de multidões, não poderia vir de outra personagem da história nacional: Francisca Edwiges Neves Gonzaga, a Chiquinha Gonzaga (1847-1935).

“Ecologia Fotográfica” reforça o que há de mais característico na produção de André Feliciano. A literalidade da abordagem do artista traz vida aos novos trabalhos de André Feliciano, como na sequência de dez fotografias apresentadas na exposição: os negativos produzidos pelo artista no Prospect Park, em NY, foram revelados à luz de vaga-lumes, não de projetores artificiais.

Terra de Ninguém, título da mostra individual de Frederico Filippi na Galeria Leme, enuncia o território que a exposição busca capturar. Poderíamos chamá-lo de Brasil. Mas o uso de um nome próprio dá impressão de exatidão e distinção, como se estivéssemos falando de uma unidade demarcada, já instaurada e resolvida: do Oiapoque ao Chuí.

Artista de múltiplas atividades na arte, tendo sido escultor, gravador, desenhista, pintor, diagramador (destaque para a transformação gráfica efetivada no Jornal do Brasil, entre outros), cenógrafo, professor de composição, escultura, desenho e teoria da forma na Faculdade de Belas Artes da UFMG, Amilcar de Castro é não só um dos mais importantes artistas brasileiros do século XX.

Hélio Oiticica é um dos artistas mais radicais do século 20 no panorama da arte brasileira e internacional. Seus experimentos renovaram meios e suportes tradicionais (como o desenho, a pintura, a escultura, o objeto, o filme e o vídeo) criando novas formas e mídias. Caracterizada pelo rigor conceitual, com origens arraigadas na linguagem do construtivismo europeu, do concretismo e da

Registro

já tem uma conta?