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Utilizar o CORPO como matriz, a partir da criação de uma relação especial de trabalhar no contato físico entre ideia e o processo mecânico; debruçando-me e deitando-me por inteiro sobre o visor da XEROX, compondo assim formas/texturas. o XEROX recria o CORPO de maneira própria, destruindo detalhes e valorizando outros, resultando imagens que se aproximam da abstração, num exercício de

“Ecologia Fotográfica” reforça o que há de mais característico na produção de André Feliciano. A literalidade da abordagem do artista traz vida aos novos trabalhos de André Feliciano, como na sequência de dez fotografias apresentadas na exposição: os negativos produzidos pelo artista no Prospect Park, em NY, foram revelados à luz de vaga-lumes, não de projetores artificiais.

Terra de Ninguém, título da mostra individual de Frederico Filippi na Galeria Leme, enuncia o território que a exposição busca capturar. Poderíamos chamá-lo de Brasil. Mas o uso de um nome próprio dá impressão de exatidão e distinção, como se estivéssemos falando de uma unidade demarcada, já instaurada e resolvida: do Oiapoque ao Chuí.

Hélio Oiticica é um dos artistas mais radicais do século 20 no panorama da arte brasileira e internacional. Seus experimentos renovaram meios e suportes tradicionais (como o desenho, a pintura, a escultura, o objeto, o filme e o vídeo) criando novas formas e mídias. Caracterizada pelo rigor conceitual, com origens arraigadas na linguagem do construtivismo europeu, do concretismo e da

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