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Fotografia e literatura se unem nesta mostra em que o visitante é convidado a buscar o seu próprio olhar a partir das cidades invisíveis registradas por Tadeu Bianconi e Italo Calvino. A partir do dia 6 de janeiro, a Casa Porto das Artes Plásticas recebe a exposição “cidades (in) visíveis”, do fotógrafo capixaba Tadeu Bianconi. Com curadoria de Fernando Pessoa, a

Fundação Iberê Camargo 13/11/2021 - 06/03/2022 Vivemos em uma época marcada pela virtualidade, pela diluição da dimensão corpórea na relação com o mundo, pela presença massiva de imagens. Esse é, ainda, um tempo no qual prevalece o déficit de atenção, um olhar que tudo vê e nada enxerga. A obra de José Resende se coloca na contramão de tais imperativos que marcam

De terça a sexta, o MIS oferece gratuidade nos horários das 10h, 10h30, 11h e 11h30, a retirada dos ingressos deve ser feita diretamente na bilheteria (sujeito a lotação) ou através de reserva on-line na Inti. Uma exposição histórica desenvolvida pela Dançar Marketing sobre Rita Lee estreia em setembro no MIS! Com material original selecionado pela própria artista e João Lee, seu

O Museu Afro Brasil instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo inaugura nesse sábado, 19 de dezembro, uma exposição em homenagem a João Alberto Silveira Freitas, homem negro brutalmente assassinado em um supermercado da rede Carrefour de Porto Alegre (RS). Intitulada Foram os homens e as mulheres negras que construíram a identidade nacional: vidas negras do Brasil a mostra

MON realiza exposição inédita do fotógrafo Orlando AzevedoO Museu Oscar Niemeyer (MON) apresenta a mostra “O Labirinto da Luz”, que celebra os 50 anos de fotografia de Orlando Azevedo. São 237 imagens, com curadoria de Rubens Fernandes Junior, que podem ser vistas pelo público a partir de 24 de dezembro, na Sala 1. O curador criou um labirinto que divide a

Utilizar o CORPO como matriz, a partir da criação de uma relação especial de trabalhar no contato físico entre ideia e o processo mecânico; debruçando-me e deitando-me por inteiro sobre o visor da XEROX, compondo assim formas/texturas. o XEROX recria o CORPO de maneira própria, destruindo detalhes e valorizando outros, resultando imagens que se aproximam da abstração, num exercício de

“Ecologia Fotográfica” reforça o que há de mais característico na produção de André Feliciano. A literalidade da abordagem do artista traz vida aos novos trabalhos de André Feliciano, como na sequência de dez fotografias apresentadas na exposição: os negativos produzidos pelo artista no Prospect Park, em NY, foram revelados à luz de vaga-lumes, não de projetores artificiais.

Terra de Ninguém, título da mostra individual de Frederico Filippi na Galeria Leme, enuncia o território que a exposição busca capturar. Poderíamos chamá-lo de Brasil. Mas o uso de um nome próprio dá impressão de exatidão e distinção, como se estivéssemos falando de uma unidade demarcada, já instaurada e resolvida: do Oiapoque ao Chuí.

Hélio Oiticica é um dos artistas mais radicais do século 20 no panorama da arte brasileira e internacional. Seus experimentos renovaram meios e suportes tradicionais (como o desenho, a pintura, a escultura, o objeto, o filme e o vídeo) criando novas formas e mídias. Caracterizada pelo rigor conceitual, com origens arraigadas na linguagem do construtivismo europeu, do concretismo e da

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